Este é meu cantinho,onde são bem vindos todos amigos amantes da arte poética,vou postar apenas o que sair de minha mente não impeço porém, que ao comentar possa postar tambem sua obra desde que seja sua. Os grandes artistas deste meio já estão consagrados e tem suas obras publicadas e conhecidas,este espaço é para quem não tem esse conhecimento. Obrigado pela sua visita.
domingo, 7 de junho de 2015
O Príncipe que se perdeu
O príncipe se perdeu...o sonho morreu e agora?Seu futuro escureceu? Ele chama em vão, seu pai,sua paixão, ninguém responde, que imensa solidão; É cedo, alvorada de uma era,a caravana não espera, só fica você e seu coração.
Solta o peito em gritos faz ressoar no infinito ou pelas pradarias,o céu agora é sua meta, grande e jovem poeta, diga adeus á soberania.
E agora soberano? És tu e este oceano, oh! Pomposo e eterno cigano, oceano de paixões, lindas ilusões, inúmeras recordações, comemorações?Sim a ultima ficara em sua memória, marcará sua história.
Depois de muitas andanças, muitas vidas, muitas danças, tanta vida em pujança, muito palcos longe da vida cigana, eis que surge a caravana, será? A sua caravana? Você grita, ate o seu lenço abana, mas ninguém te ouve na caravana.
Não tema, um dia acabarão seus problemas, sua angustia, sua luta interior,pois encontrará sua gente e também seu amor e poderá gritar,festejar, ei gente sou eu, o príncipe que se perdeu, não sou mais soberano, mas sou eu, demorei, mas acho que cheguei na hora certa, não sou mais príncipe, mas sou ainda poeta.
Celio Rheis 07/01/2012-12:44
repostagem 07/06/2015
Se é o mal que quer...
Esvazie a sala de aula,desestimule os alunos a frequentar a escola,direcione ele para as baladas,as rodinhas de funk,de bebedeiras,de consumo de drogas.
É isso que os governos querem,os traficantes,a parte podre da policia,todos estes agradecem,vamos professor,lave suas mãos,afinal você não tem culpa da falta de educação recebida em família,aliás que família?Mas enfim a culpa não é sua.
Faça o jogo dos donos dos podres poderes,dê chance ao mal para proliferar,é isso que eles querem e aplaudem a cada atitude sua neste sentido.
Celio Rheis
Sozinho na multidão
Sozinho na multidão,quantos não sentem assim?Sem amor no coração,caídos na solidão.
Será culpa dos outros?Será realmente o fim?
São becos psicóticos?São ciladas de nossas mentes?Ou apenas serão fazes que passam de-repente?
Sozinho na multidão sem amparos ou muletas,sem coragem para caminhar prestes a ir para sarjeta,é um passo para o fim ou um passo para loucura,esquecemos momentos suaves,esquecemos toda candura.
É gente, se entrapeando, é gente virando restos, pensam porque será que não amo,pra que enfim será que presto?
É gente lotando praças, gente nos sanatórios será um longo castigo?Ou é tudo transitório?Meu Deus porque será,que existe solidão em meio a tanta gente,sozinho na multidão?
Celio Rheis
Sem pastores..sem Lideres
Falar de Deus é falar de amor,falar em deuses ou deusas é criar confusão mental.
Quem insiste em falar de deuses,brinca com o plano celestial.
Não podemos falar por todos o que só nós imaginamos,nossas verdades são nossas,são frutos do que pensamos.
Querer impor verdades,como se fossemos pastores,representantes de Deus,profundo conhecedores,precisaríamos primeiro conhecer a fundo o amor,termos procuração chancelada pelo nosso criador.
Para nos lançarmos na busca da imensa e única verdade,é mister que nos façamos possuidores da humildade.
Os filósofos,pensadores,que de suas vidas abrirão mão,em pesquisas,aprendizado para nos abrir um caminho,terão se ceifados em vão?Terão buscado sozinho?Porque não continuemos estas buscas com carinho?
Sem nos apropriar porém de saberes inacabados,como se fossem pepitas de ouro não lapidado,seu brilho que seria de explendor,passa ser então deturpado.
Vamos convidar á mesa de excelente banquete,todos os humildes que não vivem em palacetes,para beber da taça,que nos traz a harmonia,nos eleva,evolui,nos oferece sabedoria.
Unamos,sem mestre,sem líderes,sem pastores ordenhando,mas nos sentindo felizes,eternamente nos amando.
Celios Rheis
Voa Passarinho- um conto real
Este é nosso primeiro conto
Voa passarinho é a história verdadeira de um garoto que passou por pedaços quase insuportáveis em sua vida.
Passarinho era um menino que veio da roça para a capital paulista,já órfão de pai,era o caçula de três irmãos,sua irmã que já era adolescente e seu irmão uns oito anos mais velho que ele,portanto ele ainda nem sabia falar direito.
Nem sabia direito que seu pai havia morrido,por vezes dizia:_mamãe vamos ver o pai no pikital/sua mãe apenas chorava pois não sabia como dizer que seu pai havia morrido.
Passarinho e sua família foi morar nos fundos de um um quintal de casa de parentes,logo alguns anos depois com passarinho ainda pequeno veio morar em frente em um barraquinho,seu tio irmão de sua mãe,este tio era uma espécie de herói de sua mãe um protetor,eles se amavam.
Mas eis que o dono do terreno o parente começou criar caso exigindo que mudassem ambos a mãe e o tio de passarinho,passarinho tinha vários primos filhos deste tio e se entendia com uns desentendia com outros,mas iam levando.
Até que um dia chegou o dia D passarinho e sua família iria morar num barraco em uma favela,até bonitinha,terreno amplo,barraco bem feito que seu tio fez com ajuda de amigos,sairiam do jugo do "benfeitor"parente.
Em breve seu tio também teria que arrumar um barraco para sua família na favela pois seria também despejado,era cruel tudo isso mas era assim.
As dificuldades eram tantas de sua a mãe com os três filhos ainda em idade de não poder trabalhar quanto de seu tio que tinha bem mais filhos eram cinco e todos sem idade de trabalhar, mas com a ajuda e Deus iam levando, depois de algum tempo seu primo mais velho filho daquele tio, conseguiu um emprego temporário no escritório deste pastores missionários(ou seria mercenário) o nome iremos ocultar, mas dinheiro rolava solto ali, era pior que banco ou bingos que não haviam naquela época.
Seu primo era auxiliar de tesouraria abria os envelopes de doação colocava em cima da mesa e um supervisor que a tudo via recolhia a cada tempo, eis que surgiu uma vaga para office boy neste local seu primo o indicou, ele ficou eufórico como meu primo é legal adoro este primo que maravilha.
Mas foi ilusão, o entrevistador inventou um monte de perguntas que justificaram a não contratação, mais tarde pudemos constatar o verdadeiro motivo de negação era sua estatura.
Passarinho era subdesenvolvido, depois disso ele ia procurar emprego tripudiavam dele, diziam aqui tem emprego para homem apenas, ele foi ficando magoado entristecido pois precisava ajudar sua mãe e seus irmãos, depois de várias tentativas e tripudiação ele tomou uma decisão.
Disse sou raquítico? Sou subdesenvolvido? Mas acho que um revolver eu aguento, foi o desvio de seu caminho, pegou uma arma e sozinho assaltou a própria empresa que o havia rejeitado para trabalhar, ai ele não parou mais, foram vários anos nesta vida.
Ele não usava drogas em principio apenas roubava consciente, seu primo mais novo filho daquele seu tio, que aos dose anos praticava seu primeiro roubo passou a ser seu parceiro.
Depois de alguns anos de parceria alemãozinho e passarinho, o segundo deixou a vida bandida foi trabalhar como caseiro em chácara e funcionário de uma grande empresa, foram cinco anos de trabalhador honesto de homem, pai de família.
Mas certo dia sua mãe faleceu, passarinho que morava no litoral agora zelador de prédio de veraneio, veio ao velório e enterro da mãe.
Ela foi enterrada no sábado, passarinho foi embora e morreu na segunda feira, talvez por chamado da mãe ou por profunda tristeza. neste momento passarinho deve estar voando, voa passarinho.
Celio Rheis
Uma história de amor...
Uma história de amor,não nasce assim do nada,apenas de um sorriso ou de uma pequena olhada.
É com o tempo,com os momentos, com troca de carinho, uma soma de forças para trilhar os caminhos.
Aquilo que nasce de instante é paixão é coisa de amantes,mas depois se for amor tudo se transforma na mais pura energia, tudo vira magia, cada instante cada dia.
É claro que chegam os momentos duros onde o que é rosa parece virar espinhos mas tudo isso é passageiro e o amor permanecerá com muito carinho.
Uma história de amor, é feita de pedaços assim como o castelo se constrói de tijolinho se for muito rápida a construção ser volátil será volúvel de irá com o vento,não haverá solidificada no coração.
Celio Rheis
Até no Alaska
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O conto
Eu queria escrever um conto, sob a ótica de uma criança, um conto de brincadeiras, de amor e de alegria.
Um conto que falasse das mais lindas fantasias, de uma criança feliz que o sorriso reluzia.
Uma simplicidade natural, uma beleza nata, com cantar de passarinhos ou barulho de cascatas, de um kurumim fagueiro a perambular nas matas.
Eu queria falar de mim ou qualquer outra criança que um dia nadou no riacho, caminhou por entre flores, brincou com os bichos silvestres, sem ódios e sem rancores.
Que ouviu o som do silencio quando os pássaros se calavam ou brincava fazia festas quando estes então cantavam que perguntava a seu pai o que seria cidade, onde um dia mais tarde perderia a felicidade.
Mas não posso apenas sonhar, viver de eterna ilusão nem maldizer a vida com toda a evolução é claro tropecei, cai por inúmeras vezes, senti o peso dos anos, senti grande e imensa dor, mas foi perambulando esta vida que conheci o amor.
Talvez um dia eu conte, sim um conto diferente, um conto que fale de mim mas também de muita gente, as mulheres de minha vida, essas mulheres maravilha, mãe, irmãs, meus amores e minhas lindas e amadas filhas.
Celio Rheis
sábado, 6 de junho de 2015
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