Chat do Cantinho do Poeta

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Eita eita você me aceita?

 Eita eita, você me aceita?Serás o meu deleite se recebo seu aceite, posso enfim me saciar?

Você aceita preencher a vaga aberta?Parece ser a pessoa certa, você tem um olhar tão bonito acho que atende aos requisitos,não precisa ter pressa você tem a senha de meu coração quando quiser você acessa. Parecemos compatíveis podemos fazer juntos coisas incríveis, podemos flutuar no ar, sobrevoar o mar ou mesmo nos teletransportar, basta você aceitar, tens algo de paraíso viajo no seu sorriso,me perco no seu olhar.

Se quiser pegue minha mão sua presença já alegra meu coração,mas não tem jeito quero de sentir em meu peito,te abraçar, acariciar e inteira te beijar,mas não se assuste não se trata de embuste é o que sinto ao te ver. Se decidir aceitar a vaga receberá a paga em porções de carinho, de amor sem fim e sem pressa assim  suave e calminho, te cobrirei de carícias farei tantas delicias que irá entrar em loucura e será toda vez que quiser te farei minha mulher e não uma simples aventura.

Mas é uma proposta apenas,uma intenção você já entrou a mora na parte mais nobre de meu coração, caso aceite será bem vinda, fará de minha vida um deleite oh! minha coisa linda dona de minha emoção.Não se sinta coagida nem sequer forçada vem de forma natural eu jamais me perdoaria se visse minha fantasia se transformar em algo banal. Vou te querer sempre mesmo que jamais me aceite vou viver esta  fantasia, com gana e alegria como se fosse a dois, será meu eterno deleite mesmo que me veja sozinho depois.

É!, é isso o que acontece com esse coração sem noção, vive inventando de se apaixonar não pode ver um sorriso bonito uma boca atraente ou um brilhante olhar, cuidado palavras dóceis são enfim requisitos para fazer a paixão brotar. E desta vez temos algo que não é volatilidade é mesmo a idade que pede para não vacilar, não temos tempo a perder ou a desperdiçar. Eita eita, você me aceita?  Serás o meu deleite se recebo o seu aceite, posso enfim me saciar?

   



Célio Rheis